PENSAMENTO DE MUDANÇA

Como modificar os pensamentos? Como lidar com esse pensamento de mudança? No grego isso se chama metanóia (mudança de pensamento), renovação de mente e assim, renovação de atitudes e de vida. Precisamos mudar nosso processo mental, a maneira de perceber as coisas. Como mudar isso? O que fazer para chegar nesse nível?


Durante muito tempo, o grande valor para as empresas e relacionamentos, era o QI (quociente de inteligência), hoje, ele continua sendo importante, todavia, não mais importante do que o QE (quociente emocional). Uma pessoa pode ter muita inteligência, mas um baixo controle emocional, deste modo, será facilmente vencido por uma pessoa com baixo QI mas com um QE elevado. Uma pessoa que tem um controle emocional melhor, preparado, terá mais resultados do que uma pessoa com muita inteligência no que diz respeito ao intelectual, mas pouca inteligência emocional. A bíblia diz que quem domina a si próprio, domina seus pensamentos e assim, muda seu comportamento.


Quando conseguimos fazer essa mudança, provocar essa metanóia, gerenciamos todas as áreas da vida natural. O ponto de partida para que consigamos, para mudar esse entendimento, é estudar nosso modelo mental que inclui as formas de pensar, cultura, crenças, experiência, convivência com pessoas, etc.

Quando nosso modelo mental é enrijecido, se colocando num lugar melhor que as outras pessoas, podemos ter pontos de vistas diferentes das outras pessoas, não precisamos ser rivais, contudo, quem não tem seu QE elevado, mistura situações e pessoas, perdendo assim a oportunidade de agregar valores na sua vida porque ela irá se afastar de pessoas que pensam diferente dela, revelando ter um modelo mental rígido e não flexível.


Ter um modo de pensar flexível não diz que você está flexibilizando suas convicções, conviver com pessoas que pensam diferente de nós, não quer dizer que estaremos traindo nossa consciência, a não ser que sejamos volúveis ao ponto de não termos sedimentações a nossa referência e vivemos a mercê da referência do outro, sendo assim, o problema estará em nós e não no outro, pessoas com tais características, não possuem opinião própria, ou têm medo de desagradar. Se ao conviver com alguém, ela me faz mudar minha maneira de pensar, significa que sou influenciável e não influenciador, revelando um baixo QE.


Entendemos que conviver com a diversidade não pode ser considerada uma adversidade, compreender isso nos mostra que temos QE. Um grande exemplo de ter um alto quociente emocional é Jesus, Ele sabia lidar com a adversidade e conviver com a diversidade sem mistura-las na sua mente.

Mas então como é o meu modelo mental? Como eu lidar com certas situações? Temos que aprender a extrair também conteúdo das pessoas e seus ambientes, apesar de.. Sem olhar para falhas e sem olhar para o nosso ego.

O que muitas vezes nos impede de crescer e ter esse pensamento de mudança, é que nós subestimamos as pessoas e seus conteúdos, nós medimos as pessoas por nós, nos colocamos como referência, achando que as pessoas não têm o que contribuir, que somos melhores, que só nossa opinião importa. Não paramos para ouvir com ouvido sensível e perdemos a oportunidade de crescer, enriquecer nossa vida e a vida do outro.


Para começarmos a mudar nossa mente, a renova-la é necessário analisar nossos pensamentos, o processo e as pessoas.


No campo do pensamento, pergunte-se se o seu pensamento é rígido ou flexível? Permita que a pessoa construa com você, se abra.


No processo, analise se você continua fazendo as mesmas coisas sempre e por isso nada muda, ora, se continuar fazendo as mesmas coisas, terá os mesmos resultados. Se eu quero mudar o resultado, eu tenho que mudar a maneira de agir, tenho que mudar o processo.


E com as pessoas, devemos usar e abusar de perguntas, tomar cuidado com nossas afirmações, elas muitas vezes vêm carregadas de julgamentos e discriminações. Quando achar que deve corrigir uma pessoa, dê o direito a ela de se defender, não devemos sentenciar e sim perguntar antes. É ter habilidade para falar com as pessoas, da mesma maneira que queremos que nos tratem, que tratemos os outros. Não são as respostas que movem o mundo e sim as perguntas.


Analise esses três campos e observe o que você está fazendo que não está trazendo resultado, está na hora de você repensar o processo, algumas fugas que a gente usa pra não questionarmos os nossos pensamentos são:

Justificativas, as quais mais nos prejudicam do que ajudam, pois, acabamos deixando a situação do jeito que está. Quem muito justifica, pouco muda e isso é danoso, não há nada mais prejudicial do que justificar tudo, a justificação trava a mudança.


Outro problema é a se esconder atrás da fé, as coisas só mudam se nós mudarmos, o pensamento, o processo, etc. Não podemos e não devemos só pedir, temos que remover a pedra da justificativa, do discurso e parar de querer que Deus faça tudo, temos que parar de nos justificarmos, parar de darmos desculpas, parar de jogar a nossa responsabilidade pra Deus, parar de nos escondermos no ambiente da fé.


Outro ponto importante é parar de transferir responsabilidades, isso é sinal de descontrole emocional, de quem não consegue gerenciar suas emoções, tire a gestão emocional da mão dos outros e seja gestor das suas próprias emoções.

Devemos lidar com as pessoas para agregarmos na vida delas e elas nas nossas, não para jogarmos nossas responsabilidades nas costas delas ou fazermos elas de muleta. Quando lidamos com pessoas, precisamos entender que ao conviver com elas, eu dispenso o que não diz respeito a mim a respeito na sua individualidade, buscando acima de tudo, sabedoria para ouvir e falar, pois, o estúpido fala o que vai fazer, o imprudente fala o que está fazendo, mas o sábio testemunha o que fez.


Degravado e adaptado por Suellen Garcia


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